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quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Filo Echinodermata - Estrela-do-Mar


Morfologia externa e interna de uma estrela-do-mar. Secção lateral de um braço e do centro do corpo (1); pés ambulacrários (5); sistema digestivo radial (6);  secção da parte "mole" (7) e endoesqueleto (8) a partir das estruturas do braço; tipos de pedicelárias (2) e (3).

Veja mais ilustrações de equinodermos na seção de ilustrações históricas do Filo Echinodermata, no site do museu McGregor.

Fontes:

Filo Echinodermata - Fósseis

Nesta ilustração esta retratado placas fossílizadas do endoesqueleto de quatro espécies de ouriço-do-mar já extintos. Os desenhos demostram a diversidade encontrada nos representantes deste Filo.


Observa-se uma grande quantidade de perfurações nas placas do esqueleto destes animais. Para que servem estas perfurações nas placas?

Veja mais ilustrações de equinodermos na seção de ilustrações históricas do Filo Echinodermata, no site do museu McGregor.

Fontes:

Filo Echinodermata - Vida de Bolacha

Este vídeo retrata o ciclo de vida da bolacha-do-mar (Clypeaster subdepressus), é interessante pois tem otimas imagens da clivagem do zigoto, e dos diferentes estágios de desenvolvimento nestes animais.


Descrição:
O vídeo retrata o ciclo de vida da bolacha-do-mar (Clypeaster subdepressus). Os indivíduos adultos são  recolhidos em fundos arenosos de rios e induzidos a liberarem os seus gâmetas (óvulos e espermatozóides). A fecundação é feita in vitro e o desenvolvimento dos embriões pode ser acompanhado em laboratório, utilizando microscopia de luz. Os embriões tornam-se larvas nadadoras, com cerca de 0,2 mm, que se alimentam de microalgas até à sua metamorfose. Uma pequena bolacha-do-mar cresce dentro da larva. Quando os minúsculos pés e espinhos estão formados, a larva afunda e sofre uma metamorfose. O descendente da bolacha-do-mar reabsorve os tecidos larvais e passa a explorar seu novo habitat entre os grãos de areia.

Ao ver o vídeo, pode-se confirmar as principais características reprodutivas deste Filo, são dióicos, com exceção de uns poucos hermafroditas, sem dimorfismo sexual. A fecundação é externa, como acontece em muitos animais marinhos. O desenvolvimento é indireto, com a presença de larvas de simetria bilateral, lembrando que na fase adulta, os equinodermos apresentam simetria pentaradiada.

ps. E a trilha sonora do vídeo é muito boa.